Matar criança pode, educar não (Lei da palmada)

O que aconteceu conosco? Sim o que fizeram com a gente? Onde esta a nossa condição de julgar as coisas? Tenho ficado estarrecido com a falta de critério da nossa sociedade. Parece-me que temos colocado nos lugares de decisões importantes gente sem a mínima condição de pensar, sem preparo algum para discernir entre as cores preta e branca.

Será que não há nenhuma pessoa sensata na Câmara dos Deputados e nem no Senado que tome decisões sem estar com os olhos obliterados pelas vantagens pessoais, ou pautadas apenas na aprovação da maioria burra com cara de inteligente? Será que a única razão para estarem lá é a perpetuação do estarem lá?

Será que não tem ninguém que saiba a diferença que existe entre uma traqueostomia de emergência e uma facada na garganta? Ou a distancia astronômica que há entre praticar violência contra uma criança e uma correção de amor de um pai que ama profundamente seu filho a ponto de sentir uma dor terrível em seu coração quando entende ser necessária a correção?

Palmada no bumbum nunca foi e nunca será violência, antes, é um ato de amor do mesmo modo que uma traqueostomia de emergência jamais poderá ser considerada uma facada na garganta ou violência. Pelo contrário, é uma ação em favor da vida. Entender diferente é absurdo.

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Além do mais, qual criança de três, quatro ou cinco anos, a partir do diálogo feito em tom baixo e sem energia poderá de fato ceder aos argumentos do adulto que busca proteger sua vida e educá-la? Sim, pois penso que este deve ser o próximo passo, a Lei da Bronca. Afinal de contas, do jeito que está a falta de critério, ou pelo critério criado, terão de concluir que dar bronca também é violência, violência verbal e que, portanto, deve ser penalizada também.

Mas, continuando com nosso raciocínio, como ensinar a estas crianças que não devem chegar perto do fogão quente, e nem enfiar o dedo na tomada? Que não devem se jogar no chão do supermercado e que cuspir nos outros é errado? Que não devem bater nos amigos de escola, ou que não devem roubar o brinquedo dos amiguinhos? Só conversando?

Como pode ser isto, se nem os adultos na política aprendem assim? Pois mesmo em face do clamor do povo e da sociedade, contra a maldade da corrupção, grande parte de nossos políticos permanecem como crianças birrentas insistindo em seus atos corruptos que fazem mal não só a sociedade mas a suas próprias almas. Será que o objetivo deles é replicar em nossas crianças suas práticas, ou que elas lancem mão do mesmo subterfúgio que eles costumam usar?

Digo isto pois é comum quando pegos com a boca na botija, como infantis descarados, afirmarem com a maior cara de pau: “Não fui eu”. Continuam assim, pois estão certos que ficarão sem correção e que, no máximo, o que terão de ouvir não passa de um amontoado de falatório para os quais eles não darão a mínima importância. Se não funciona com eles, por que eles julgam que funcionará com as crianças?

Querem criminalizar os pais que amam seus filhos, além de pisarem na democracia tendo em vista que o Estado quer determinar como as famílias devem educar seus filhos: o público controlando o privado. É mais uma demonstração de despotismo de um Governo que fala de democracia ao passo em que amordaça as mídias. Que fala de liberdade à medida que restringe os direitos dos cidadãos. Que fala de justiça social ao passo que seus expoentes quadrilheiros enriquecem de forma questionável. A loucura é tanta que chegamos ao ponto de admitirmos o assassinato em massa de milhares de crianças rejeitadas por seus pais mediante o aborto enquanto criminalizamos a educação amorosa de um pai que se expressa em dar limites ao filho a quem deseja e ama.

A igreja é sal e luz desta terra. Se ela perder seu caráter, sua característica como dizem as Escrituras, não servirá para mais nada. Pressione seus congressistas, orem por nossa sociedade e permaneçam firmes dando razão à Palavra do Senhor que diz: “Porque o SENHOR repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem”. Provérbios 3:12.

Alexandre.

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Uma resposta para “Matar criança pode, educar não (Lei da palmada)

  1. Olá Alexandre!

    Não sou uma grande conhecedora de leis, mas pelo que compreendi, a lei da palmada visa proteger as crianças de maus tratos (temos tristemente um alto números de mortes por “correçoes” que sairam do limite), porém não prevê criminalização dos pais, e sim acompanhamento da familia e instrução…

    Não sou ninguém importante. Sou apenas uma ovelha do Senhor, mãe de duas lindas meninas que educo com todo amor. Sem gritos, nem palmadas. E permissividade não tem vez aqui.

    Vou te dizer, dá um trabalhão. Mas o resultado é uma obediencia real.

    Minha filha caçula é só um bebê, mas minha filha mais velha está fazendo cinco anos. É uma menina saudável, enérgica, espoleta, cooperativa e feliz. Nunca levantei a mão pra ela, nem com ela gritei.
    Ao invés disso respirei fundo muitas vezes, a acolhi, ajudei ela a entender seus sentimentos conflituosos e a lidar com eles. Guiei ela pelo caminho.

    Sabe o que aconteceu? Ela aprendeu a obedecer, não por medo de apanhar, sem nenhuma opressão. Ela escolhe obedecer, porque entendeu que é bom. Ela coopera, porque compreende que somos uma família e ajudamos e cuidamos uns dos outros.

    Acho que a palavra chave é empatia.
    Quando Deus me permitiu ser mãe, eu aprendi tanto sobre o amor…. Comecei a entender melhor Deus como meu Pai através de Jesus, e meu coração se inundou de vontade de ser uma mãe que reflete o Amor perfeito do Pai.

    Sabe o que é empatia?
    É quando nos colocamos no lugar do outro, sentindo o que o outro sente.
    Não consigo imaginar um exemplo de empatia mais grandioso e maravilhoso do que Jesus Cristo. O Deus Todo Poderoso, desceu ao mundo, em corpo de homem… Como pode né? Ele sentiu tudo o que sentimos. Cresceu numa barriga de mulher, nasceu, chorou, mamou, cresceu. Deus veio, sentiu tudo o que sentimos MESMO! Maravilhosa Graça!

    Jesus aqui na terra andou com muitos pecadores. De todos os tipos. Mas Ele não os corrigiu “na marra”. Aliás, a mulher acusada de adultério que ia ser “justamente” apedrejada, de acordo com a lei, não o foi pq Jesus não deixou.
    Tantos pecadores… ainda assim Jesus não os “lavou” com violência, pelo contrário, Ele nos lavou com o Amor, com sua morte, seu sangue derramado!

    Fico a pensar duas coisas: uma é que a Lei existia, preto no branco, e só serviu pra mostrar que nenhum homem é bom, e nenhum homem consegue cumpri-la. Depois Deus veio em Cristo, Ele e apenas Ele cumpriu a Lei e nos redimiu. A Lei não salva….
    E outra coisa interessante é que Jesus se irou uma única vez. Contra os vendedores do tempo. Que estavam fazendo dinheiro as custas de Deus. Mas não se irou com tantos outros pecadores, fossem adúlteros ou ladrões…

    Eu busco não me irar com minhas filhas.
    Ao invés disso, vivo me perguntando “o que Jesus faria?”
    A resposta costuma ser misericórdia, graça e empatia.
    Se ela está descompensada, eu a ajudo a identificar o que ela está sentindo. Sabia que crianças pequenas ainda não entendem bem os proprios sentimentos e isso pode gerar muita frustração e irritação? Bom, isso é responder com empatia.

    Eu não grito com a minha filha. Ela não grita com ninguém. Eu nunca bati, e ela não bate. Ela não usa nenhuma violência pra conseguir o que quer, pois ela aprendeu pelo exemplo. Ela agora está crescendo e já é capaz de estender ao outro o amor que ela recebeu, e é lindo de ver.

    Ela está aprendendo que foi perdoada. Deus a perdoou sem ela merecer nada. Deus a perdoou em Cristo, e por isso ela pode perdoar tb. Ela ama porque Deus a amou primeiro. Eu amo porque Deus m e amou primeiro.

    Ela obedece por amor. Não por medo de castigos. E isso faz TODA diferença….

    Sou ovelha e meu Pastor nunca me bateu com o cajado…
    Sou filha e meu Pai ao invés de me dar o que eu merecia, me Deus Sua Graça!

    No Amor do nosso Senhor, Thalita

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